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Roma - Roteiro de 3 dias na Cidade Eterna

14:56 0
Está de férias marcadas para Roma e ainda não sabe o que ver na Cidade Eterna? Então, aqui vai uma sugestão de roteiro de 3 dias para você aproveitar o máximo sua estadia na cidade!

DIA 1

Comece o primeiro dia visitando o cartão postal de Roma, o Coliseu. Para evitar as gigantes filas da bilheteria, vale a pena comprar o Roma Pass, que dá entrada gratuita na primeira atração visitada, descontos nas demais e transporte de ônibus e metrô gratuitos! 




Siga então para as ruínas do Fórum Romano, o centro do Antigo Império Romano. 


Após uma parada para o almoço e o famoso gelatto (sorvete) italiano, aproveite para caminhar pela cidade e conhecer algumas das principais igrejas de Roma (como Santa Maria Maggiore e a Basílica de San Giovanni in Laterano). Sendo religioso ou não, a arquitetura dos locais é linda, sem contar as esculturas e afrescos, muitos criados por alguns dos principais artistas da História.



Encerre o primeiro dia com um jantar no bairro que oferece mais opções de bares, restaurantes e diversão noturna em Roma: Trastevere.


DIA 2

Bem diz o ditado popular: "Ir a Roma e não ver o Papa". É praticamente impossível estar em Roma e não tirar um dia para conhecer o Vaticano. Apesar da probabilidade de ver o papa não ser muito grande (o mesmo está na cidade apenas em alguns domingos e quarta-feiras), vale a pena visitar a menor cidade-estado do mundo. São muitas as atrações que o Vaticano oferece.

Caso tenha a sorte do Papa estar no Vaticano quando visitar a cidade, vale a pena acompanhar a transmissão da bênção, em várias línguas diferentes. Aproveite para tirar uma foto quando o Papa passar entre a multidão com o seu papa móvel.



Após a bênção, a Basílica de São Pedro fica aberta a visitação, que é gratuita. Só lembre de vestir-se adequadamente, caso contrário você será barrado se estiver usando shorts/bermuda ou decotes.



Caso o Papa não esteja na cidade, ou mesmo não tenha interesse em vê-lo, encare a fila para visitar o Museu do Vaticano. Vale a pena ao menos para ver a Capela Sistina




DIA 3

Reserve o seu último dia em Roma para fazer uma ótima caminhada e conhecer alguns dos principais pontos da cidade, como o colorido Campo de Fiori, a Escadaria Espanhola, a Villa Borghese e o Panteão, a mais bem preservada construção antiga da cidade.







Aproveite a noite na área ao redor da Fontana di Trevi, que aliás, é a minha atração favorita na cidade. Um ótimo restaurante na região é a Vineria el Chianti, na Via del Lavatore, 81.

Ah, e claro, prometa que um dia irá retornar à Cidade Eterna, jogando uma moedinha na Fontana. 




Dicas

  1. A área ao norte da estação de Termini (oposta ao Coliseu) é perigosa e deve ser evitada!
  2. A cidade de Roma possui várias fontes de água potável nas ruas. Dá pra aproveitar e economizar com água!
  3. Ainda bem que não é preciso gastar dinheiro comprando água, pois os refrigerantes na Itália são caríssimos. 3,50 euros por uma latinha de Coca-cola!
  4. Já o sorvete (gelatto), vale a pena comprar. Além de barato, é uma delícia... Confesso que tomava uns 3 por dia!
  5. A Via Cavour tem várias lojinhas de souvenir por um bom preço. 1 euro a miniatura do Coliseu.
  6. Prepare-se para "enfrentar" os vendedores ambulantes ao redor de atrações como a Fontana di Trevi e a Escadaria Espanhola. É preciso ter muita paciência...
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Quanto vou gastar numa viagem a Itália?

17:00 0

Uma das maiores preocupações para quem deseja ir ao exterior é estimar os gastos necessários para a viagem.
Esses gastos variam principalmente com dois fatores. Primeiro, o local que se pretende conhecer. Algumas cidades são conhecidamente mais baratas do que outras. Por exemplo, os custos em Nápoles são bem menores que os custos em Veneza.  
Em segundo lugar, o estilo de viagem que o turista se propõe a fazer. Uma viagem de lua-de-mel provavelmente custará mais que aquela realizada no estilo "mochilão". Tudo isso por conta dos diferentes gastos com hospedagem e alimentação.

Abaixo, relaciono a média dos custos de cada ítem essencial para uma viagem a Itália:
  • Passagem aérea - A passagem do Brasil para a Itália custa a partir de R$1800 (ida e volta), com as taxas já incluídas (para os meses de baixa temporada). Uma dica é pesquisar com antecedência em sites de busca de passagens. Também deve-se evitar época de fim de ano o período que vai do início de julho até a segunda quinzena de agosto, época alta na Itália: a passagem certamente será mais cara.
Consulte aqui o preço das passagens para a Itália.
  • Hospedagem - Este item varia muito, dependendo da categoria do hotel escolhido. Em Roma, Nápoles ou Veneza é possível encontrar um bom pequeno hotel com preço da diária por pessoa em quarto duplo a partir de R$100.
É possível consultar aqui opções de hospedagem.
  • Alimentação - Uma refeição barata na Itália (com pasta ou pizza e bebida incluída) custará em média €15. Portanto, reserve pelo menos  R$60 por dia para este item.
Obs.: Os refrigerantes são caríssimos na Itália! Difícil encontrar uma latinha que custe menos de €2,50! (ou seja, cerca de R$5,50).
É possível saborear um tradicional e delicioso sorvete italiano com €2.
  • Passeios - A Itália é um país belíssimo e conta com diversas atrações ao ar livre, totalmente gratuitas. Passear nas históricas praças de Roma ou desvendar os encantos dos canais de Veneza não custa nada. Para conhecer os museus ou outras atrações, é bom reservar cerca de €15 por dia (equivalente a cerca de R$70).

  •  Transporte: Um bilhete de metrô ou ônibus nas cidades italianas custa de €1 a €2. Portanto, reserve €5 por dia para se deslocar nas cidades.
Para quem visita mais de uma cidade, abaixo os preços da passagem de trem pela Trenitalia:

Roma - Nápoles: €11,50 (trem lento - 3 horas de viagem. O rápido, de 1 hora de duração custa o dobro).
Nápoles - Florença: €44
Roma - Florença: €32
Florença - Veneza: €43

Obs.: Quem compra a passagem com pelo menos 15 dias de antecedência, através do site da Trenitalia, consegue 20% de desconto. Para isso, é preciso selecionar "Tarifa Mini".

  • Seguro Viagem - Muita gente esquece, mas este item é obrigatório para os brasileiros que desejam conhecer os países da União Européia. O seguro viagem para 15 dias na Europa custa em torno de R$150. Recomendo a Mondial Travel.
Ou seja, dá pra conhecer a Itália gastando cerca de R$200 por dia, com todos os custos incluídos (exceto passagem e seguro). Claro que, ocasionalmente, pode-se gastar menos . Mas, por experiência própria, não recomendo reservar menos do que isso. É melhor sobrar do que faltar!

Aproveite para saber mais sobre alguns dos principais destinos da Itália:
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A Veneza dos apaixonados

23:32 0
É praticamente impossível descrever a beleza e magia de Veneza. Esta, definitivamente, não é uma cidade qualquer. É única. Afinal de contas, em que outro lugar do mundo todas as ruas são substituídas por canais e o único meio de transporte possível é pela água?

Logo na chegada, tanto pela estação de trens de Santa Lucia, quanto pelo terminal de ônibus, é impressionante a vista da cidade. Realmente de cair o queixo. E, ao cruzar cada ponte, ao caminhar cada centímetro, um novo cenário, ainda mais maravilhoso, surge.




Veneza é conhecida como a cidade dos apaixonados. Um local perfeito para lua-de-mel, para aproveitar bons momentos com a pessoa amada. Mas, quem está sozinho, também pode aproveitar o clima de romance. É que certamente irá se apaixonar pela pequena cidade.

A melhor forma de desbravar a serenissima, como é conhecida, é caminhando sem destino, apreciando a paisagem. A geografia da cidade é propícia para os pedestres. Além disso, um mapa aqui é praticamente inútil.  Não que seja fácil encontrar algum endereço, pelo contrário. A infinidade de becos, pontes e ruelas certamente faz com que qualquer um que não a conheça se perca. Estando ou não com mapas.

Mas esta é a graça! Estar em Veneza e não se perder? Não desvendar o seu charme, não ficar longe da multidão de turistas que somente procuram os locais óbvios? Seria melhor então nem ir...Somente assim é possível conferir a autêntica Veneza.
Apesar que o trajeto para os principais pontos da cidade, como a Ponte Rialto, Piazza San Marco e Estação de Trens, é bem sinalizado. Em qualquer ruazinha haverá uma placa. E convenhamos, Veneza é uma ilha, e muito pequena. Não tem como se "perder muito". Então, como diriam os mais animados, se joga!




Para os que procuram a segunda forma possível de se deslocar pela cidade, ou seja, pelos canais, a maneira mais barata de fazê-lo é utilizando o vaporetto, os "ônibus aquáticos". Tal qual um ônibus, existem diversas linhas, com diferentes itinerários. A principal, é a #1, que percorre toda a extensão do Grande Canal. E o turista esperto saberá se aproveitar disso. É que embarcar nesta linha, no ponto final, e ir até a última estação é como embarcar num daqueles ônibus turísticos.

Para tornar a viagem ainda mais interessante é conveniente escolher os primeiros ou últimos lugares da embarcação, na parte descoberta (se o clima permitir); assim tem-se uma melhor vista do passeio. E também, tomar o cuidado de embarcar no vaporetto no sentido oposto ao da maioria, para evitar multidões (ou seja, sentido Piazzale Roma durante a manhã ou San Marco durante a noite).


Seria impossível falar em Veneza e não lembrar das gôndolas. Essa é a embarcação mais conhecida da cidade e o sonho de consumo de 10 em cada 10 turistas. Porém, vale a pena refletir se a experiência realmente valerá a pena. É que um passeio de 40 minutos sai por nada menos de €80. E não é tão romântico quanto se imagina. Com milhares de pessoas ao redor e na companhia de um gondoleiro, muitas vezes antipático. E que não canta...
Porém, para os que realmente sonham com o passeio, faça-o. E também, se estiver em grupo e quiser economizar, o preço pode ser dividido para até 6 pessoas, que é a capacidade máxima da gôndola.


Voltando à terra firme, é hora de conhecer a principal área da cidade - e a mais visitada pelos turistas. A Piazza San Marco, referenciada por Napoleão Bonaparte como "a sala de visitas da Europa". Na praça encontram-se três atrações reunidas em um só lugar: a maravilhosa Basílica di San Marco, em estilo bizantino; o Palazzo Ducale (Palácio dos Duques) e a imponente Torre do Relógio, de onde é possível ter uma vista panorâmica deslumbrante de Veneza.



Quem tem a oportunidade de passar um pernoite em Veneza descubrirá sua outra face: mais vazia, calma, silenciosa, sem a multidão dos turistas que fazem da cidade uma excursão de um dia. Mas, ainda assim, apaixonante.

O QUE VISITAR 

Basílica de São Marcos: A basílica está aberta à visitação, de segunda à sábado, de 10 às 17horas, e aos domingos, de 14 às 17hs. O ingresso é gratuito.
No site oficial, é possível agendar horário para a visita, que permite evitar as longas filas de espera. O custo para a reserva é de €1 por pessoa.

Palazzo Ducale: O horário de funcionamento é de 8:30 às 19hs, nos meses de abril a outubro e até às 17:30hs nos outros meses do ano. A bilheteria encerra uma hora antes. O ingresso custa €14.
Mais informações na página oficial do Palazzo.

Torre do Relógio: Aberto diariamente de 9 às 21hs durante o verão, e até às 19hs nos outros meses do ano. A entrada custa €8.

Passeio de gôndola: O preço do passeio é de €80 por 40 minutos, para até 6 pessoas. Os itinerários disponíveis podem ser conferidos no site oficial dos gondoleiros:  www.gondolavenezia.it.

TRANSPORTES

Como chegar: Por trem, desembarcando na estação Venezia Santa Lucia. Não confundir com a estação Venezia Mestre, que se trata de outro local. No site da Trenitalia há como consultar as tarifas das passagens, a partir de várias cidades.
Também há a opção dos ônibus, principalmente para quem chega pelos aeroportos da cidade. A passagem do aeroporto Marco Polo até a estação de ônibus de Veneza custa €5. Mais informações no site oficial da empresa de transportes de Veneza. 

Circulando: O bilhete simples para o vaporetto custa €6,50 e é válido por 60 minutos. Outras opções são o bilhete de 12 horas, com o custo de €16, o de 24 horas, com o custo de €18, entre outros. Neste período é possível reembarcar quantas vezes quiser. Informações atualizadas no site oficial da empresa de transportes de Veneza.

DICAS 

Não custa nada repetir: não tenha medo de se perder!

Para entrar na Basílica, é necessário estar vestido adequadamente. Mulheres com saias curtas, tops, decotes e homens com bermudas ou sem camisa são barrados.

Na hora da almoço, lanche ou jantar, o melhor é escolher os restaurantes mais afastados dos lugares turisticos, como Rialto e a Piazza San Marco. Perto dali é tudo sempre mais caro.
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Pompéia: A cidade destruída pelo Vesúvio

16:56 0
Cheguei em Pompéia com a curiosidade de conhecer uma das maiores tragédias naturais da História. A cidade inteira foi soterrada durante uma erupção do monte Vesúvio, no ano 79dC. Uma curiosidade: ao contrário do que muitos pensam, a destruição foi causada pelas cinzas e gases tóxicos expelidos pelo vulcão, e não pelas lavas propriamente ditas.





O local é considerado Patrimônio Mundial da UNESCO e é impressionante o seu estado de conservação. Muitas construções foram preservadas, enterradas sob vários metros de cinzas, até serem descobertas no século XVIII. Hoje, além de ser uma das atrações mais visitadas da Itália, Pompéia ajuda os historiadores a entender como funcionava a sociedade na época da erupção. Praças, templos, comércio e casas, até alguns anfiteatros e um forno para assar pães reproduzem o cotidiano da cidade.









Mas, provavelmente, são as múmias a maior atração do sítio. As cinzas fizeram com que os corpos dos atingidos ficassem exatamente como no momento de sua morte.



Para visitar as ruínas, é imprescindível um guia, para ajudar a entender o significado das construções; e um mapa, para não se perder (é realmente grande). Um pequeno livro, que serve de guia, é gratuito, mas não está disponível em português. No dia que fui, nem em inglês havia (acreditem...). Já o mapa, é necessário ser comprado na lojinha ao lado da bilheteria, pelo preço de 2€.

Há ainda a opção de audio-guias, que custam €6,50 para quem vai sozinho ou €5 por pessoa, para quem está acompanhado.
Fiz a minha visita apenas utilizando o livro guia e foi suficiente.

INFORMAÇÕES

Ingresso: Pompéia está aberta ao público diariamente, de 8:30 às 17hs, no inverno, e até às 18hs, entre os meses de abril a outubro. A bilheteria encerra 1h30 antes.
O ingresso custa €11.
Mais informações na página oficial do parque arqueológico.

Como chegar: Com o trem da Circumvesiana, a partir da estação Napole Centrale. Deve-se pegar a linha Napoli-Sorrento e descer na estação Pompei Scavi - Villa dei Misteri. 
Apesar de estar mais afastada, a visita também é possível como uma excursão de um dia a partir de Roma.
Para isso, deve-se ir primeiro de Roma para Nápoles. Veja como aqui.

DICAS

Usar tênis ou sapatos confortáveis.

Levar uma garrafa de água. O local possui algumas fontes onde é possível enchê-las novamente.

O tempo médio para visitar as ruínas sem pressa, e aproveitar mais o passeio, é de cerca de 3 a 4 horas.

Em Napole Centrale, atenção para os painéis informativos. Várias linhas param na plataforma de embarque para Pompéia. A linha correta é a que vai para Sorrento e o desembarque na estação Pompei Scavi. Cuidado para não descer na estação Pompei, que se trata de outro local.
O trem é utilizado pelos locais para transporte, e é bem "caidinho". Nos horários de rush, costuma estar cheio.
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Capri: Onde luxo e simplicidade se unem

13:38 0
Pouco conhecida no Brasil, Capri é um dos principais destinos turísticos da Itália e ferve no verão europeu.
É a queridinha dos italianos durante as férias, principalmente dos mais endinheirados. Tudo lá é super faturado. Fato. 




A ilha é dividida em duas partes: a cidade de Capri, propriamente dita, localizada acima da marina; e Anacapri, na parte oposta da principal entrada.


O lugar impressiona pela beleza logo na chegada. Formações rochosas e paredões altos, de calcário, propiciam uma grande quantidade de grutas. A mais famosa é a Gruta Azul, e principal atração da ilha.

Outro ponto imperdível são as faraglioni, formações rochosas no meio do mar de Capri.


O acesso ao alto da ilha por funicular ou ônibus, a partir da Marina Grande. Também há opção de ir a pé, mas é preciso ter muita disposição... Eu até tentei, mas já estava exausta após 15 minutos subindo por escadinhas íngremes. Perguntei a outros turistas que vinham na direção oposta, e me disseram que ainda havia mais 20 minutos pela frente... Desisti na mesma hora.

Um dos melhores passeios e uma ótima forma de conhecer a cidade é fazer um passeio de barco em volta da ilha.





Para quem está em um grupo de pelo menos quatro pessoas vale a pena alugar um barco particular, por duas horas. O preço por pessoa fica praticamente o mesmo do que nos barcos regulares. Além disso, é possível mergulhar no bonito mar com coloração azulada de Capri.
Aliás, essa pode ser a única oportunidade de se aproveitar o mar. É que as praias da ilha são todas de pedra, o que dificulta - e muito - o mergulho.




O QUE VISITAR

Passeio de Barco pela Ilha: É possível contratar, logo no desembarque na Marina Grande, um passeio de barco por Capri. Há três opções de itinerários. O mais completo (Giro della Isola), dá uma volta pela Ilha e dura cerca de 2 horas, custa €15 por pessoa.

O aluguel de barco privativo, por duas horas, custa €80. O barco tem capacidade para 4 pessoas.

Gruta Azul: Para entrar na gruta, os visitantes precisam embarcar em um pequeno barquinho a remo. O preço é bastante salgado: €12 por pessoa, para 5 minutos dentro da gruta.

TRANSPORTES

Como chegar: Através de barcas e hidrofólios que partem das cidades de Nápoles ou Sorrento. Também há horários, menos frequentes, de Positano ou da Ilha de Ischia.
A viagem a partir de Nápoles dura 1 hora e o bilhete de ida e volta custa €34.

Circulando: Para alcançar a parte alta da cidade, a melhor opção é o funicular, um tipo de trem que viaja pela encosta da montanha. A estação de embarque é ao lado da Marina Grande e a viagem dura cerca de 5 minutos e partem a cada 15 minutos. O preço da passagem é €1,70 (Junho/2011).

ALIMENTAÇÃO

Há várias opções de restaurantes ao lado da Marina Grande - todos com preços super faturados. Para opções mais baratas, é recomendável ir à parte alta da Ilha.
Uma boa pedida são os frutos do mar. Os italianos, apesar de famosos pela massa, tem uma alimentação saudável, baseada na culinária do mediterrâneo. Comer pizza todos os dias não dá.
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