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Planejando uma viagem com o bebê: 5 dicas essenciais

10:00 0
Quem nunca ouviu (ou repetiu) a frase: "vamos aproveitar para viajar agora, pois depois que vierem os filhos não vai ser mais possível". 

Parece ser mesmo uma máxima a ideia que não é possível viajar com os filhos (ainda mais se forem pequenos). Mas aos poucos acredito que este conceito esteja mudando. Afinal, viajar com bebês e crianças pequenas não precisa ser um bicho de sete cabeças!

UM POUCO SOBRE NOSSO MINI-VIAJANTE 

O nosso mini-viajante é filho de pai britânico e mãe luso-brasileira, apaixonados por viagens. Ele é o nosso companheirinho de férias. Antes de completar 2 anos de idade carimbou o passaporte em 3 países (Reino Unido, Argentina e Chile) e conhece 4 estados do Brasil. Já viajou de carro e avião - incluindo um voo transatlântico para a Europa aos 3 meses e meio de idade.

Pode ser que no futuro ele não irá se lembrar com detalhes de todas essas aventuras. Mas tenho certeza de que todas essas experiências estão ajudando a construir sua personalidade e fazer dele uma pessoa mais aberta ao próximo. Além de proporcionar maravilhosas lembranças em família!

Bom... Mas vamos ao que interessa!

Se você está com vontade de viajar com seu bebê / filho pequeno, mas tem medo... Veja as nossas 5 dicas essenciais para planejar uma viagem com bebês: 

1. PREPARE-SE ANTES DA VIAGEM

Não dá pra querer planejar qualquer viagem com um bebê - seja um fim de semana na praia ou uma super viagem a Disney - se os pais "morrem de medo" de sair com a criança no dia a dia.

É muito importante fazer um  vários "test-drive" antes de pensar em qualquer viagem. Programar saídas aos fins de semana para restaurantes, um parque ou museu da sua cidade. Vale até ir tomar café da manhã na padaria da esquina.

A ideia é que os pais, aos poucos, aprendam a gerenciar o cuidado do filho fora de casa (e conheçam e aprendam a resolver as possíveis dificuldades que vão aparecer).

Além disso, a criança tem a oportunidade de se acostumar a estar em lugares que não sejam casa / escola / casa da vovó.




2. MANTENHA UM MÍNIMO DE ROTINA

Quem tem filho pequeno sabe o quanto a rotina é fundamental para a criança. Segundo especialistas, a rotina diária ajuda a transmitir segurança à criança.

Portanto acho muito importante manter os horários das refeições e do sono para que a criança se adapte mais facilmente à viagem e não fique estressada com tanta novidade. 

Para isso, é importante que os pais adequem o roteiro / destino pensando em manter os horários das necessidades básicas da criança.



3. ADEQUE AS EXPECTATIVAS AO DECIDIR DESTINOS E ROTEIRO

Não tem como fugir. O ritmo de qualquer viagem com uma criança pequena é (e deve ser!) mais lento do que quando se viaja apenas entre adultos.

Como comentei no item #2 acima, é super importante respeitar o ritmo do pequeno. Ele precisa brincar, comer e dormir nos horários que já está acostumado. 

Pode parecer meio óbvio, mas é muito fácil cair na tentação de fazer um roteiro estilo "10-países-da-Europa-em-5-dias". Se com adulto já é estressante, imagina com criança pequena então... Não rola!

Obs.: Não penso que um roteiro/destino com criança pequena tenha que se limitar a Disney / hotel fazenda / resort na praia. É possível sim ir a locais como Buenos Aires desde que a rotina diária não seja "puxada" e a visita ao museu seja intercalada com uma brincadeira no parquinho, por exemplo.





4. ESCOLHENDO O HOTEL

A escolha de um hotel adequado para a família pode fazer muita diferença na qualidade da viagem! 

Muitos hotéis não cobram para hospedar crianças com menos de 5 anos, acompanhadas dos pais / responsáveis, em camas existentes. 

Para os menores, vale a pena verificar se o hotel oferece bercinho para o bebê (até 2 anos de idade). Mas, para isso, é preciso consultar a hospedagem e "reservar" o bercinho! Não é "automático" com a reserva do quarto, não!

Outro questão muito importante ao se escolher o hotel para a viagem é dar preferência aos apart-hotéis (que possuem cozinha e sala separada) ou, ao menos, um quarto de hotel com varanda. Assim, os pais podem descansar / conversar / assistir TV com mais tranquilidade depois que a criança vai dormir (nada mais chato que ter que ficar falando baixinho com medo da criança acordar, não é?).

Quando o bebê já está na fase da introdução alimentar, é importante verificar a questão das refeições com o hotel: o quarto do hotel possui cozinha (apart-hotel)? O hotel possui restaurante? Se os pais decidirem levar as papinhas, o hotel disponibiliza frigobar e um local para esquentar? Tudo deve ser levado em conta.

Na minha opinião, escolher um hotel com restaurante é fundamental. Não apenas para o bebê, mas também para os pais terem a facilidade de não precisar sair do hotel apenas pra jantar.

Para viagens mais curtinhas (um fim de semana prolongado fora, por exemplo) e mais próximas, acho tranquilo levar a comidinha congelada, guardo no frigobar e peço pro hotel descongelar.

Já para viagens mais longas ou mais distantes, costumo optar por um hotel que disponibilize cozinha no quarto.


5. CADA IDADE TEM O SEU DESAFIO

Viajar com os filhos nunca vai ser a mesma coisa que viajar em casal. Não importa a idade que eles tenham, cada fase é uma descoberta  e a gente tem que ir se adaptando...

O mesmo acontece com as viagens. Não necessariamente será mais fácil quando a criança estiver maior! Os "desafios" irão apenas mudando conforme o bebê cresce. 

Viagens com bebês até 6 meses

Durante a fase da amamentação, os principais desafios eram: os locais para amamentação (parava várias vezes ao dia em cafés e restaurantes para amamentar o pequeno) e a escolha de locais tranquilos para passear (sem excesso de barulhos que pudessem assustá-lo). No mais, era super tranquilo. Aliás, até hoje, foi a fase mais tranquila - na minha opinião - para viajar com o meu filho. Não importava o local, se estivesse com a gente - no colo ou no carrinho - ele estava feliz.


De 6 meses até 1 ano

Nesta idade, a alimentação passou a ser o principal desafio. A fase das papinhas! O Vincent nunca gostou das papinhas prontas (também, alguém já experimentou? Tem um gosto muito ruim!). Então, eu preparava (ou comprava com uma nutricionista), e levava as papinhas caseiras congeladas, em uma bolsa térmica que mantinha os alimentos congelados por algumas horas. Deixava no frigobar do hotel até a hora da alimentação ou saída pros passeios e pedia pra esquentar no restaurante durante o almoço ou jantar (aí a gente tinha que conciliar nossas refeições ou uma paradinha pro café pra ele comer tranquilo).

P.S. essa dica é para viagens nacionais, com tempo de deslocamento curto. Para fora do país ou viagens com deslocamentos longos, não tem como levar a comida pronta =(  A solução aí ou seria ficar num apart-hotel com cozinha e preparar a comida lá ou ficar com as papinhas prontas ou refeições nos restaurantes, para os maiorzinhos.


18 meses

Agora, depois de uns 18 meses, ele já anda, corre, pula, não fica parado! O maior desafio é entretê-lo e encontrar locais para ele "gastar energia". 

A alimentação já está mais tranquila, eu ainda continuo levando as papinhas congeladas "para garantir", mas se vejo que o restaurante possui um cardápio saudável, a gente divide a nossa comida com ele. 

Aliás, a hora das refeições é um dos maiores desafios nessa fase que a criança fica entediada se não está pulando por aí. Nos restaurantes, ele come junto com a gente para ficar entretido. E, eventualmente, preciso lançar mão do celular/tablet ou um livrinho de história para distraí-lo.
 


Só lembrando que essas são algumas dicas baseadas na nossa experiência pessoal, para o nosso filho e nossa família. Cada criança é diferente e cada família é diferente. São dicas apenas para "orientação"/"estímulo" para quem quer viajar com o bebê, mas tem algumas dúvidas. Para quem não se sente confortável / não quer viajar com bebê o melhor é esperar e pensar um pouco mais.      
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Dica de restaurante em Londres: Halepi (Grego)

15:46 0




Por Julie Ana Speedy

Uma das coisas que mais gosto em Londres é o quão a cidade é multicultural! E toda essa diversidade está refletida nas opções de restaurantes. São várias opções de cozinhas diferentes, inclusive muitas que são difíceis de encontrar aqui no Brasil (pelo menos no Rio de Janeiro), como os restaurantes indianos, que na Inglaterra são muito baratos e estão por toda a parte.

Na última vez que estivemos em Londres, eu queria aproveitar a oportunidade e experimentar uma cozinha que ainda não conhecia até então. Uma das escolhas foi o restaurante grego Halepi, localizado em Kensignton, perto do hotel Arbor Hyde Park, onde estávamos hospedados.

CULINÁRIA

Assim como o libanês Assaha , o Halepi é “comandado” por gregos, então dá uma “garantia” da comida ser tradicional mesmo.

Fomos em 4 pessoas. O meu marido pediu O Meze (seleção de especialidades gregas - £23,00) e eu pedi o Mousaka (£13,00), que é um prato bem tradicional grego. O Meze é super bem servido, vem com muita coisa, tanto que deu para nós 4 experimentarmos de tudo um pouco! E eu não consegui nem comer o meu prato inteiro! Então, acho que o Meze é suficiente para satisfazer bem 2 pessoas.

Todos os pratos estavam muito saborosos e bem servidos.


AMBIENTE

O restaurante é muito pequeno e apertado, chega a quase ser incômodo. É preciso fazer reserva com antecedência.

Foto da Internet

SERVIÇO

O atendimento é correto, mas  não é lá muito amistoso. As donas / garçonetes chegaram a “implicar” porque fomos com o nosso bebê pequeno no carrinho e quando fizemos a reserva esquecemos de mencionar e apenas pedimos mesa para 4 pessoas. Tudo por conta do quão apertado é o espaço do restaurante! Elas tiveram que “perder” 2 lugares para acomodar nosso bebê... Mas no final tudo se resolveu.




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Dica de Restaurante em Londres: Assaha (Libanês)

15:04 0
Por Julie Ana Speedy

Como toda cidade grande que se preze, Londres possui várias opções de restaurantes das mais variadas cozinhas.

Com uma forte presença árabe em sua população, é claro que não faltam opções de bons restaurantes com essa cozinha.

Na última vez que fomos à Londres, ficamos hospedados no ótimo Arbor Hyde Park, entre as regiões de Kensignton e Paddington. Um dos restaurantes mais recomendados na área foi o “árabe” / libanês Assaha.




COZINHA

Pedimos um “Lebanese Mezze” (£8,50) de entrada, para dividir. O prato veio com várias pequenas porções: homus, salada, kibe, falafel e charutinho de folha de uva, além de vários temperos. É como se fosse um “prato degustação”.

Na sequência dividimos um “Assaha Barbecue” (£13,50), esse prato veio com vários tipos de carne (cordeiro, kafta, frango, etc.) e pães árabes.

Estava tudo muito gostoso e foi suficiente para nós dois.

Ah, eles não oferecem bebidas alcoólicas no cardápio. É um restaurante bem tradicional mesmo!

No mais, comida boa e barata e ótimo custo-benefício.


AMBIENTE

A casa possui dois andares: térreo e subsolo. O térreo é pequeno e parece um restaurante “comum”, mas o subsolo é bem bacana, enorme e com vários móveis e itens de decoração libaneses. Inclusive, o local deve funcionar como uma espécie de “brechó”, pois tinham vários objetos expostos “à venda”.

Além disso, o local é comandado e frequentado por libaneses, o que eu acho muito bacana, pois dá uma sensação de credibilidade à comida servida. Além de dar um “plus” à experiência da visita como um todo.

SERVIÇO

Acho que o serviço foi a parte mais negativa do estabelecimento. Tudo sempre demorado...

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Chá da tarde na Inglaterra: o Cream Tea

15:07 0
Por Julie Ana Speedy

Não é novidade para ninguém que o chá-da-tarde é uma das refeições mais famosas e tradicionais na Inglaterra. 

Agora o que nem todo o mundo sabe é que existe mais de um “tipo” de chá-da-tarde! Um deles é o que os britânicos chamam de “Cream Tea”. Originalmente do Sudoeste da Inglaterra (Devon e Cornwall), hoje é possível apreciar essa refeição em várias partes da Inglaterra. 

O Cream Tea consiste dos seguintes itens: 

- Scone (é tipo uma mistura de bolo e pão-doce), 

- Clotted ou whipped cream (“creme coagulado” ou “batido”, é tipo um cream cheese, só que doce), 

- Geléia (normalmente de morango ou framboesa)

- E, é claro, chá para acompanhar. 

E o mais importante: esses ingredientes juntos fazem desta uma refeição simplesmente d-i-v-i-n-a!

Nós saboreamos o cream tea no fim de semana que passamos no Lake District, no St Martins Tea Room, localizado no centrinho de Bowness-on-Windermere. 

Pra você que está planejando ou com viagem marcada para a Inglaterra já sabe: quer provar um chá-da-tarde maravilhoso? Pergunte nos cafés se eles tem no cardápio o cream tea!

Ah, e o “assunto” é tão sério que rola até discussão de como é a “forma” correta de se comer o cream tea (se passa primeiro a geléia ou creme, qual o sabor da geléia, se o scone pode ter frutas ou não). Duvida? Então olha só essas matérias de dois jornais conceituadíssimos no Reino Unido: o The Guardian e o Telegraph.



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Dica de pub em Londres: The Bunch of Grapes

15:05 0
Por Julie Ana Speedy

Não é segredo pra ninguém que Londres é uma das cidades mais caras pra se visitar no mundo. E um dos lados que mais encarece uma viagem à cidade é a alimentação, que não é nada barata. 

Pra economizar bem por lá é essencial encontrar bons restaurantes a preços acessíveis! 

Uma boa opção que encontramos por lá é o pub The Bunch of Grapes, que fica bem pertinho do Shard e da estação London Bridge, numa área super turística da cidade. 

O pub possui menu com bons preços para os padrões londrinos: entre £9 e £17 para os pratos principais e £5 para uma taça de vinho. No site oficial do pub tem o menu completo.

O pub fica localizado na 2 St Thomas St (Rua da entrada do Shard, a 2 min a pé do edifício).



 


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Hotel no Lake District - White Hart Inn

16:46 0
Por Julie Ana Speedy

O Lake District é uma das regiões turísticas mais bonitas e populares da Inglaterra (pelo menos entre os britânicos), sendo as cidades de Ambleside e Bowness-on-Windermere, ao redor do Lago Windermere os destinos maiores / mais conhecidos. 

Entretanto, a região é cheia de pequenas cidades pitorescas no entorno de vários lagos. Para quem está de carro e quer ter uma experiência mais “autêntica” e fugir das multidões e do lado “turistão” das cidades maiores, vale a pena se hospedar em uma das pequenas cidades. 

E foi exatamente isto que nós fizemos. Escolhemos o “The White Hart”, na pequena vila de Bouth, localizada a 20 min de carro de Bowness-on-Windermere.

Simplesmente adoramos!



A construção da pousada é do século XVII, o local é muito charmoso e com uma ótima atmosfera. São apenas 5 quartos, localizados no andar de cima. Não são muito grandes, mas são bem confortáveis. 

No andar de baixo funciona um pub maravilhoso. Aliás, é super comum no interior do Reino Unido os “inns”, mistura de pousada com pub. É perfeito para a noite, assim a gente não precisava se deslocar para ir jantar, o pub já ficava com as mesas reservadas para os hóspedes. 

A comida da pousada merece destaque. O café da manhã está incluído, é muito gostoso e farto (para os padrões da Inglaterra), inclusive conta com o tradicional café inglês. A comida oferecida no pub é muito “top”, os pratos são bem servidos e muito, muito saborosos. Além disso, o pub conta (óbvio) com várias opções de cerveja. 

Vale ressaltar que os quartos são super silenciosos, mesmo com o pub funcionando no andar de baixo, que fica bem movimentado e é muito animado!

A localização da pousada combina muito com a atmosfera da região do Lake District, perfeito para descansar, caminhar, pescar... Ficamos 2 noites e acho que foi suficiente. 

Ah, a pousada conta com estacionamento gratuito e privativo e os quartos possuem vistas lindas!

O único ponto negativo, na minha opinião, são os horários do check-in (16hs) e check-out (10:30hs), mas nada que uma espera no pub tomando uma cerveja não resolva!


Obs1.: Não é publipost.

Obs2.: O Blog faz parte do programa de parceiros do Booking.com. Ao efetuar uma reserva usando o link acima, o leitor contribui com o blog através de uma pequena comissão, sem nenhum custo extra.
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Visitando um castelo na Inglaterra: Warwick Castle

08:23 0
Por Julie Ana Speedy

Não é novidade para ninguém que a Europa é um ótimo local para se visitar castelos e palácios “de verdade”, conhecer as histórias por trás dessas edificações, visitar os locais onde moravam reis e rainhas...

Especificamente a Inglaterra (e o Reino Unido em geral) possuem vários castelos abertos à visitação, como a Torre de Londres ou o Castelo de Edimburgo.

Para quem está visitando o país, outra opção é o Warwick Castle, considerado um dos mais bonitos do país e com muitas opções de entretenimento na visita. É uma ótima experiência para quem viaja com crianças (ou ainda tem o seu “lado criança” ativo). Vale a pena conhecer o belíssimo interior da Inglaterra! 

O Warwick Castle está a apenas 1h30 de Londres, então é um passeio de um dia (“day trip”) fácil de ser feito!



COMO CHEGAR
  • Trem
Os trens para Warwick partem da estação de trem London Marylebone (próxima ao Regent´s Park e ao Sherlock Holmes Museum). 

A viagem de trem de Londres até a estação de Warwick leva 1h15. De lá são 20 minutos de caminhada da estação até o Warwick Castle. 

As tarifas variam de £9 a £15 por pessoa e há vários horários disponíveis. Só é preciso tomar cuidado para comprar o bilhete para a estação certa: Warwick (estação principal), e não Warwick Parkway, que fica mais longe do Castelo. 

Mais detalhes de passagens, horários e preços no site oficial da companhia de trens. 
  • Carro
Para quem não tem “medo” de dirigir na mão inglesa, uma opção é ir de carro alugado. O melhor local para pegar o carro é no aeroporto – Heathrow ou Gatwick – assim dá pra fugir dos engarrafamentos e taxas de circulação do centro de Londres. A viagem dura cerca de 1h15 via M40.

O Warwick Castle possui várias vagas de estacionamento, com valores que variam de £6 a £10 o período único. 


A VISITA

Dois pontos chamam atenção de quem visita o Warwick Castle. O primeiro é a ênfase no entretenimento, principalmente para as crianças. Há várias apresentações do lado de fora do castelo (em horários pré-definidos) que variam de show de falcoaria a apresentação de cavaleiros (uma “reprodução” de como seria na Idade Média) e arco e flecha. Algumas apresentações só estão disponíveis em dias / estações específicas. 

No dia que fomos quando fomos (perto do Natal/2014) assistimos à apresentação com os falcões e foi bem interessante! O falcoeiro explicou sobre os hábitos do falcão e como eles eram “utilizados” na época, além de várias demonstrações, é claro!

Também há muitos personagens (atores caracterizados), onde é possível tirar fotos com eles (custos extras).




O segundo ponto que chama a atenção na visita ao Warwick Castle são as belíssimas vistas do castelo, que está situado às margens do Rio Avon. É possível subir algumas torres e apreciar a vista. Principalmente ao entardecer, é lindíssimo!

O passeio também inclui, claro, uma visita ao interior do castelo onde é possível conferir todo luxo e suntuosidade em que viviam os nobres alguns séculos atrás.





INGRESSO

O valor do ingresso para o castelo é de £24,60 por pessoa. Há desconto para compra antecipada no site (pra quem está planejando uma visita, aconselho comprar no dia anterior pretendido!) e para grupos e famílias. 

O horário de funcionamento do castelo é de 10hs às 17hs. 

ONDE COMER

Uma visita ao Warwick Castle pode durar algumas horas, então é bom se programar onde almoçar / lanchar. 

O Castelo possui uma lanchonete / restaurante, mas os preços são caros e há muitas filas. O ideal é aproveitar para almoçar e conhecer o centrinho de Warwick, a apenas 10 minutos a pé do castelo. 

Os visitantes do Warwick Castle recebem uma pulseira de identificação (ingresso), então é possível entrar e sair da atração naquele dia quantas vezes quiser! 

O restaurante que recomendo para almoço em Warwick e em cidades do Reino Unido em geral é a rede de pubs conveniada ao Wetherspoon´s. Em Warwick o pub “The Thomas Lloyd” faz parte desta rede. O pub oferece bom ambiente, wi-fi gratuito, fraldário e refeições gostosas e baratas. Acho que é um ótimo custo-benefício!
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Londres com um bebê de 4 meses - Uma visita ao Shard

19:31 0
Na minha segunda visita à Londres (dessa vez com meu bebê de 4 meses!), tiramos um dia para conhecer o Shard, o edifício mais alto da Europa. Na última vez que estivemos lá, em janeiro de 2012, perdemos a visita por causa de um mês, já que o edifício só foi inaugurado para visitação no mês seguinte.


                                 
A VISITA

Fomos num dia de semana (Janeiro/2015) e fiquei surpresa de ver que não havia filas, estava super vazio e entramos direto. Totalmente diferente de outras disputadíssimas atrações londrinas, como a Torre de Londres, a Abadia de Westminster e a "rival" London Eye. 

Entretanto, não achei a acessibilidade muito boa... Não sei porque não nos deixaram subir com o carrinho do nosso bebê (talvez para economizar espaço no elevador???). Ainda bem que o nosso filho não estava dormindo / com sono na hora da nossa visita (se estivesse eu ia ter virado uma fera!). 

Enfim... Logo no início da visita, os elevadores que levam até a plataforma de observação  impressionam pela rapidez! Como consegue serem tão rápidos?!? (de fazer a viagem até o 8° andar no meu prédio parecer uma eternidade).

São duas plataformas / andares abertos à visitação, ambos com visão em 360 graus.

O primeiro, no 69° andar, fechado, que conta com vários telescópios de touchscreen onde é possível ver as atrações de Londres (Big Ben, St Peter´s Cathedral, Tower Bridge, entre outros), além de ler informações sobre os locais. O turista pode ficar quanto tempo quiser, tirando fotos e apreciando a vista.

O segundo andar de observação, no 72° e último andar do prédio é todo aberto. Opinião pessoal: essa plataforma é só pra dizer mesmo que foi no último andar do prédio. A vista é exatamente a mesma e, por ser aberto, em dias de chuva e frio (super comuns em Londres), ficar muito tempo por lá pode ser desconfortável.

                                   


A entrada (comprada na hora) custou £29,95 por pessoa (crianças até 3 anos não pagam). Preço em janeiro/2015.

A VISTA











THE SHARD x LONDON EYE

Mas e agora, caro leitor, você deve estar se perguntando. Mas e aí? Estou indo para Londres, devo visitar o Shard ou a London Eye? Ou os dois?

Bom... Aí depende do gosto pessoal de cada um... Alguns "pontos fortes" de cada atração que podem facilitar a escolha:

The Shard

  • A vista é indiscutivelmente melhor. 360° de toda a cidade de Londres; 
  • É possível apreciar a vista o tempo que quiser, enquanto na London Eye são apenas 30 minutos; 
  • Não precisa ficar disputando espaço com os outros turistas para uma foto / ver a vista. Enquanto na London Eye o turista fica "confinado" na cápsula, disputando uma "vaguinha" na "janela" com dezenas de outras pessoas; 
  • Menos filas. 
London Eye
  • O principal não é a vista em si, mas a experiência de estar na roda gigante. É um passeio interessante; 
  • Dá pra ver todos os detalhes dos prédios no centrinho de Londres (Big Ben, Parlamento, Abadia de Westminster); 

Para ver dicas de outras atrações em Londres clique aqui.
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Inglaterra - Lake District: Ambleside

10:06 0
Por Julie Ana Speedy

Como comentei no último post sobre o Lake District, outro destino popular na região é a cidade de Ambleside, também à beira do Lago Windermere, e com também igualmente belíssimas vistas.

COMO CHEGAR

Ambleside está a 30 minutos de ônibus a partir de Bowness-on-Windermere, ou 15 minutos a partir da estação de trem de Windermere. A linha de ônibus é a mesma, circular que liga a estação de trem e as duas cidades.

Para quem está hospedado em Bowness-on-Windermere, outra opção/passeio é pegar um mini-cruzeiro...

MINI CRUZEIROS

A rota "Red Cruise" liga Bowness-on-Windermere a Ambleside em apenas 35 minutos, e está disponível o ano todo. A passagem custa £10 o trecho (até final de março/2015). Horários, valores atualizados e ingressos no site oficial (https://www.windermere-lakecruises.co.uk/cruises-fares/red-cruise/).

O Centro de Ambleside está a uns 15 minutos de caminhada do píer. Ótima opção de passeio a partir de Bowness-on-Windermere!


A PAISAGEM 






TRILHAS

Além de assistir o lindo pôr do sol em um dia de inverno em Ambleside, na manhã seguinte fizemos uma das trilhas mais fáceis da região, uma caminhada de cerca de 45 minutos ao redor do Lago Loughrigg Tarn.

Fomos até Loughrigg de carro, mas para quem está a pé, é 1 hora de caminhada a partir do píer de Ambleside pela A593 (que já é uma boa caminhada por si só!).



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Saindo do óbvio na Inglaterra - Lake District: Bowness-on-Windermere

10:53 0
Por Julie Ana Speedy

Via de regra, quando alguém monta um roteiro pela Europa, principalmente sendo a primeira vez naquele continente, acaba optando pelas cidades "principais" (até mesmo pra tentar fazer "vários países numa tacada só"). Londres, Paris, Madrid, Roma, entre outras, são sempre figurinhas constantes nos roteiros.

Para uma primeira vez, ou ter uma "visão geral" do (lado ocidental do) continente, essa pode até ser uma boa ideia. Mas, para quem já conhece as principais cidades, ou até mesmo para quem tem mais tempo disponível debutando em uma viagem na Europa, uma ótima ideia é sair do óbvio e explorar o interior e cidades menores dos países.

Uma das regiões mais lindas (e pouco conhecida dos brasileiros!) no Reino Unido é o Lake District, a região dos Lagos britânica.Como o próprio nome diz, essa região é formada de várias cidadezinhas ao redor dos vários lagos existentes. É um dos principais destinos de férias e feriados dos britânicos.

O Lago Windermere é o maior, mais conhecido e mais visitado. E as principais cidades ao redor deste lago são Bowness-on-Windermere e Ambleside.



COMO CHEGAR

Bowness-on-Windermere está a cerca de 5 horas de carro a partir de Londres. Para quem não quer se arriscar a dirigir na mão inglesa, ou quer chegar mais rápido, a melhor opção é o trem. A viagem a partir de London Euston até Windermere dura cerca de 3 horas, com uma transferência. A passagem custa £101,50 na maioria dos horários (por trecho), mas é possível encontrar passagens a partir de £47 o trecho (preços pesquisados em 03/02/2015). É possível comprar os bilhetes pelo site (http://www.thetrainline.com/).

A partir da estação de trem de Windermere, é preciso pegar um ônibus para Bowness-on-Windermere. Esse trecho dura somente 10 minutos, os ônibus deixam os passageiros na estação de catamarãs (ferries), ao lado do centro. Mais informações no site (http://www.stagecoachbus.com/).

Obs.: Fomos para o Lake District de carro a partir do País de Gales, e circulamos pela cidade de carro e a pé. Essas informações de transporte público foram dadas pela família e amigos do meu marido - que é britânico. 

A PAISAGEM: BOWNESS-ON-WINDERMERE








O QUE FAZER

A alta temporada no Lake District é durante o verão, os passeios, pousadas, e as cidades em geral ficam mais concorridas. 

O passeio número 1 é o mini cruzeiro pelo lago. São várias opções de rotas, com diferentes durações (e preços). Como fui no inverno (semana do Ano Novo), não cheguei a fazer esse passeio, apesar de estar funcionando normalmente. Mais informações de rotas e preços no site oficial (https://www.windermere-lakecruises.co.uk/).

Outra atividade "must do" por lá são as trilhas e caminhadas. Essa nós fizemos, mesmo no inverno - e com um bebê de quase 4 meses com carrinho! ;-) Aliás, a cidade é super "baby friendly": pra todo lado que se olhasse tinha gente empurrando carrinho de bebê, e crianças pequenas. 

As pousadas podem indicar trilhas na região, e muitas delas inclusive oferecem atividades de caminhada dentro da propriedade, pesca, etc. Além disso, o centrinho de Bowness-on-Windermere é muito bonito, vale a pena caminhar por lá!

Além disso, há muitos locais oferecendo pesca, campings, entre outras atividades. Como comentei anteriormente este é um dos principais destinos de férias dos britânicos, principalmente no verão, então opção de atividades é o que não falta!


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